Servidores federais se menifestam pela continuidade do home office

Com Brasília em estado de calamidade pública por causa da pandemia, servidores da área de Ciências e Tecnologia se manifestam contra o regresso ao trabalho presencial e em favor do home office.

Brasília contabilizou até o dia de ontem (29), 559 óbitos por Covid-19. Encontra-se também em estado de calamidade pública por falta de leitos de UTI adequados para tratar parte das 47.071 pessoas confirmadas para a doença. Porém, por incrível que pareça, o Distrito Federal está saindo da quarentena.

Contudo, servidores federais da área de Ciência e Tecnologia, representados pelo SindGCT, estão utilizando a sua área de atuação – a Ciência – para protestar contra a portaria nº 2.589/2020-MCTIC.

Tal portaria limita a concessão da jornada de trabalho remoto, o popular home office. Ou seja, exige a volta dos servidores em um momento em que a curva de contágio e número de óbitos pela doença só aumentam.

De acordo com a carta divulgada pelo sindicato, os países e regiões que voltaram ao trabalho presencial com segurança, o fizeram quando a taxa de contágio era abaixo 0,7. Já no Brasil, tal taxa está ainda acima de 1.

A carta também divulga que não houve prejuízo ao trabalho, ao contrário, no novo regime de home office os servidores tiveram sua produção aumentada. Além disso, foram observados a diminuição de custos ao erário, melhoria da qualidade de vida e comprometimento dos servidores com o trabalho que desempenham.

Dessa forma, o SindGCT termina sua carta ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, “Retornar ao trabalho presencial neste momento é desprezar a ciência!”

Fonte: https://recontaai.com.br/atualiza-ai/extensao-do-home-office-e-pedida-por-servidores-federais-ligados-a-ciencia/

 

 

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